quinta-feira, 11 de agosto de 2011

ROSIE


ão ajuda vítima de estupro a testemunhar em tribunal de Nova York

Apoio de cachorros a testemunhas cria debate no meio jurídico sobre permissão a esse tipo de ajuda em Estados americanos

The New York Times 10/08/2011 08:01
Texto:
Rosie, o primeiro cão de tribunal aprovado judicialmente em Nova York, estava no banco das testemunhas ao lado de uma menina de 15 anos que testemunhava que seu pai a havia estuprada e engravidado. Rosie estava aos pés da adolescente. Nos piores momentos, ele inclinava-se sobre a jovem.
Quando o julgamento terminou em junho, com a condenação do pai, a adolescente estava "muito grata a Rosie, principalmente", disse David A. Crenshaw, um psicólogo que trabalha com a adolescente. "Ela abraçava Rosie sem parar".
Agora um apelo planejado pelos advogados de defesa quer colocar a Rosie no centro de um debate jurídico que irá testar se haverá cachorros como ela em salas de audiência em Nova York e, possivelmente, outros Estados americanos.
Foto: NYT
Rosie foi batizada em homenagem à pioneira dos direitos civis Rosa Parks
Rosie é uma cachorra de terapia da raça golden retriever que se especializa em dar conforto a pessoas que passam por momentos de forte estresse. Ambos os procuradores e advogados de defesa a descrevem como um animal adorável, embora ela babe um pouco. O Ministério Público local também ressalta que ela está na vanguarda de uma tendência crescente durante os julgamentos: no Arizona, Havaí, Indiana, Idaho e alguns outros Estados nos últimos anos, os tribunais têm permitido tais cães treinados para oferecer às crianças e outras testemunhas vulneráveis consolo diante do júri.
O novo papel para os cães como facilitadores do testemunho pode gerar problemas jurídicos, no entanto, com os advogados de defesa argumentando que os cães podem influenciar de forma injusta nos jurados com sua graciosidade e empatia natural – não importando se a testemunha está dizendo a verdade ou não. Alguns promotores insistem ainda que os cães de tribunal podem ser um conforto fundamental para que as testemunhas consigam suportar a provação de falar sobre um trauma, especialmente crianças.
Origem
Esse tipo de apoio à testemunha dos cães teve início em 2003 em alguns Estados americanos quando um cachorro chamado Jeeter pode ajudar em um caso de agressão sexual, em Seattle. "Às vezes o cão significa a diferença entre uma condenação e uma absolvição", disse Ellen O'Neill-Stephens, promotora de Seattle que se tornou ativista pela causa dos cachorros de tribunal.
Cães guia e outros animais têm permisssão para atuar em tribunais. Mas em uma decisão em junho que permitiu que Rosie acompanhasse a vítima de estupro no julgamento, Stephen L. Greller, juiz do condado de Dutchess, disse que a adolescente estava traumatizada e o réu, Victor Tohom, parecia ameaçador. Embora não haja precedente no Estado, Greller decidiu que Rosie era semelhante ao urso de pelúcia que um estado de Nova York permitiu acompanhar uma criança testemunha em 1994.
Pelo menos uma vez quando a adolescente hesitou no tribunal de Greller, Rosie levantou e pareceu empurrar a menina delicadamente com o nariz. Tohom foi condenado e sentenciado de 25 anos à prisão perpétua.
Seus defensores públicos, David S. Martin e Steven W. Levine, têm levantado uma série de objeções que podem levar o caso a mais alta corte de Nova York. Eles argumentam que, como um cão de terapia, Rosie responde a pessoas sob estresse, confortando-as, seja o estresse por enfrentar um réu culpado ou por mentir sob juramento.
Mas eles dizem que os jurados tendem a concluir que o cão ajuda as vítimas a expor a verdade. "Toda vez que ela acariciava o cachorro, ela passava uma mensagem inconsciente para o júri de que estava sob estresse porque ela estava dizendo a verdade", disse Martin. "Eu não tenho como interrogar o cachorro".
Matthew A. Weishaupt, procurador do condado de Dutchess do caso, argumentou que Rosie e cães como ela não afetam a substância do testemunho sobre crimes horripilantes. "Esses cães aliviam o estresse e aliviam o trauma para uma criança que precisa testemunhar", disse Weishaupt.
Para Dale e Lu Picard, donos da Rosie, o trabalho no tribunal é uma mudança de carreira depois de anos trabalhando com crianças emocionalmente perturbadas em um centro de apoio. A sua organização, Educated Canines Assisting With Disabilities, treina os cães e os coloca em serviço para realizar tarefas como acender luzes e abrir portas.
Rosie, 11 anos, batizada em homenagem à pioneira dos direitos civis Rosa Parks, foi originalmente ensinada a realizar 80 comandos, incluindo tirar as meias de uma pessoa sem morder os dedos dos pés. Mas ela tem um talento especial com crianças traumatizadas, disse Crenshaw, o psicólogo que já trabalhou ao lado dela com três testemunhas e muitas outras crianças traumatizadas.
"Quando eles começam a falar sobre coisas difíceis, a Rosie percebe e chega mais perto fazendo carinho. Eu vi com meus próprios olhos", disse Crenshaw.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

MORRE O LEÃO ARIEL


  • Morte de leão Ariel tem repercussão nacional

fotos: Comunidade Ajuda ao Leão Ariel
  • Rosângela Gris
 
AAA
O leão Ariel, que sofria de uma doença degenerativa e ficou mundialmente conhecido pela luta dos seus criadores por tratamento para o felino, morreu no início da tarde de ontem, em São Paulo.
De acordo com a veterinária Lívia Pereira, o animal sofreu uma parada cardiorrespiratória por volta das 13h30. O felino vivia no Canil e Escola Emanuel em Maringá e há um mês estava em uma clínica especializada na capital paulista para um tratamento inédito na tentativa de recuperar o movimento nas patas.
A morte dele teve repercussão nacional e foi destaque nos principais portais de notícias do País. Ariel ficou conhecido graças à campanha feita na internet para arrecadar fundos para seu tratamento.
O dono no canil, Ary Marcos Borges da Silva, recebeu a notícia da morte do Leão Ariel no meio da tarde. "É um momento muito triste para todos nós, mas Deus quis assim. Nós lutamos e fizemos tudo que estava ao nosso alcance", lamentou. "Quem sabe se tivéssemos descoberto a doença antes ele não teria tido mais chance".
Ele agradeceu aos internautas que participaram das campanhas em prol do felino nas redes sociais. Segundo Silva, Ariel deve ser submetido a uma necrópsia na Universidade de São Paulo (USP). O leão será sepultado em Maringá, sem data prevista.

Ricardo Lopes-8/7/08
Imagem de Ariel, logo nas primeiras semanas de vida; problemas de saúde começaram em julho de 2010

Problemas
O felino de 3 anos começou a apresentar dificuldades de locomoção em julho de 2010. Ele caiu quando brincava com um dos tigres do canil e sofreu uma contusão na coluna. Passou por uma cirurgia em Guarulhos (SP), mas não recuperou o movimento das patas traseiras.
Na semana passada, o animal iniciou um novo e inédito tratamento em animais conhecido como plasmaférese – uma espécie de hemodiálise, mas sua saúde já estava debilitada.
O quadro se agravou no começo desta semana. Ariel tinha dificuldades para se alimentar e respirar.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

O trabalho voluntário que as organizações não governamentais fazem por causas sociais nem sempre atendidas pelo Poder Público é fundamental, pois realiza um serviço quase sempre precário principalmente nos municípios. Em Rio Grande da Serra, temos um claro exemplo disso, com o Espaço Amigo Bicho, que atualmente abriga 70 cachorros apenas na sede.

Porém, a ONG precisa de ajuda para se manter, pois os gastos mensais somados a falta de estrutura do local estão afetando o trabalho diretamente.

O Espaço Amigo Bicho existe há cinco anos, e há dois e meio com endereço em Rio Grande da Serra.

“Atualmente, temos um gasto mensal com os cachorros de R$ 5 mil reais, contando ração, manutenção do canil e gastos esporádicos, tudo sustentado com doações”, diz Evandra Carla Boscolo, presidenta e fundadora da ONG.

O Espaço Amigo Bicho existe há cinco anos, mas conta com endereço em Rio Grande da Serra há dois e meio. Mesmo prestando um serviço à sociedade, Evandra não recebe nenhum apoio financeiro da prefeitura de Rio Grande da Serra para manter a ONG.

“Só com ração é uma tonelada e meia por mês, mas recebemos apenas dois terços desse montante em doações, o resto precisamos comprar”, afirma Evandra.

Quem quiser ajudar financeiramente a ONG, com qualquer quantia, ou com outro apoio, pode entrar em contato pelo telefone 7424 0130 ou 8998 7899. Para depósitos, agência 557-6 c/c 81716-3, Bradesco.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

OQUE ME FAZ FELIZ!!!

FICO FELIZ EM PODER SALVAR UM ANIMALZINHO!!!
SOU FELIZ EM TER O MEU FILHÃO DO MEU LADO!!!



E TER UM COMPANHEIRO QUE ME APOIA E ME AJUDA COM OS ANIMAIS...


SOU FELIZ EM TER UMA ONG, ONDE JA RESGATAMOS MUITOS ANIMAIS, DEMOS LARES PARA MUITOS E OS QUE ESTÃO COM A GENTE TEM MUITO CARINHO E RESPEITO...
TENHO MUITO HA FAZER, MAS ME SINTO REALIZADA E QUE ESTOU NO CAMINHO CERTO.
O EAB É UM SONHO QUE ESTA SENDO REALIZADO A CADA DIA, UM TRABALHO DE FORMIGUINHA, MAS DE MUITO AMOR.


TENHO UM ANJO DO MEU LADO, MINHA QUERIDA CLAUDIA...


TENHO AMIGAS DE VERDADE, MICHELE E METRI, QUE SEI QUE AMAM OS NOSSOS ANIMAIS...

SINTO SAUDADES DOS ANIMAIS QUE SE FORAM, MAS SEI QUE UM DIA VOU ENCONTRA-LOS NOVAMENTE.

ENFIM TENHO GENTE QUE ME RESPEITAM MUITO E PRINCIPALMENTE RESPEITAM O MEU TRABALHO, QUE MAIS EU POSSO DIZER, A NÃO SER QUE SOU FELIZ!!!